sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009





Céu de Brasília


A cidade acalmou logo depois das dez.Nas janelas a fria luz da televisão divertindo as famílias.Saio pela noite andando nas ruas, lá vou eu pelo ar asas de avião, me esquecendo da solidão da cidade grande, do mundo dos homens num vôo maluco que eu vou inventando e vôo até ver nascero o mato, o sol da manhã, as folhas, os rios, o azul Beleza bonita de ver nada existe como o azul,Sem manchas do céu do Planalto Central.E o horizonte imenso aberto sugerindo mil direções e eu nem quero saber se foi bebedeira louca ou lucidez.









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